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Impacto da síndrome metabólica na frequência de granulócitos e sua relação com adipocinas, proteína ligantes de lipopolissacarídeo e citocinas

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dc.contributor.advisor Bento, Cleonice Alves de Melo
dc.contributor.author Gonçalves, Hilary Cesário
dc.date.accessioned 2026-04-06T16:38:06Z
dc.date.available 2026-04-06T16:38:06Z
dc.date.issued 2024-08-20
dc.identifier.citation GONÇALVES, Hilary Cesário. Impacto da síndrome metabólica na frequência de granulócitos e sua relação com adipocinas, proteína ligante de lipopolissacarídeo e citocinas. 2024. 86 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Biologia Molecular e Celular) – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024. pt_BR
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/unirio/14987
dc.description.sponsorship CAPES pt_BR
dc.language.iso Portuguese pt_BR
dc.rights openAccess pt_BR
dc.title Impacto da síndrome metabólica na frequência de granulócitos e sua relação com adipocinas, proteína ligantes de lipopolissacarídeo e citocinas pt_BR
dc.title.alternative Impact of metabolic syndrome on granulocyte frequency and its relationship with adipokines, lipopolysaccharide binding protein and cytokines pt_BR
dc.type masterThesis pt_BR
dc.contributor.advisor-co Sacramento, Priscila Mendonça do
dc.contributor.referee Bento, Cleonice Alves de Melo
dc.contributor.referee Fonseca, Adenilson de Souza
dc.contributor.referee Castro e Silva, Flavia Marcia de
dc.degree.department CCBS pt_BR
dc.degree.grantor Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO pt_BR
dc.degree.level Mestrado Acadêmico pt_BR
dc.degree.local Rio de Janeiro, RJ pt_BR
dc.degree.program Programa de Pós-Graduação em Biologia Molecular e Celular pt_BR
dc.subject.cnpq CIÊNCIAS BIOLÓGICAS pt_BR
dc.subject.cnpq IMUNOLOGIA pt_BR
dc.subject.en Metabolic Syndrome pt_BR
dc.subject.en MetS pt_BR
dc.subject.en Eosinophils pt_BR
dc.subject.en T cells pt_BR
dc.subject.en Adipokines pt_BR
dc.subject.en Cytokines pt_BR
dc.subject.en LBP pt_BR
dc.subject.en Lipopolysaccharide-Binding Protein pt_BR
dc.description.abstracten It is estimated that almost 1 billion individuals suffer from metabolic syndrome (MetS), the vast majority having visceral obesity, thus increasing the risk of systemic inflammatory disorders. Although MetS has been associated with a high proportion of circulating M1 monocytes, few reports have associated MetS with granulocytes and their relationship with other immunological and endocrine parameters of relevance in meta-inflammation. In this sense, our objective was to investigate the relationship between MetS with the presence of granulocyte subsets, cytokine production and circulating levels of adipokines and lipopolysaccharide-binding protein (LBP). To this end, blood samples from eutrophic and obese individuals, with or without MetS, were obtained and used to obtain plasma, mononuclear cells and granulocytes. The phenotypic profile of granulocytes was analyzed by flow cytometry. The measurement of adipokines (leptin and adiponectin) and LBP was performed using the ELISA assay. The measurement of plasma cytokines and those produced by activated T cells was performed by multiplex. Our results demonstrate that obese individuals with MetS had a higher frequency of total neutrophils when compared to the eutrophic group. Furthermore, the frequency of CCR3+ and CD69+CD62L+ eosinophils was higher in the MetS group when compared to the other experimental groups. Higher plasma levels of leptin and lower levels of adiponectin were measured in obese patients without and, mainly, with MetS. In the MetS group, the frequency of CCR3+ , total CD69+ and CD69+CD62L+ eosinophils was directly correlated with leptin and inversely correlated with adiponectin. When compared to the eutrophic group, obese people with or without MetS showed high circulating levels of inflammatory cytokines, such as IL-1 , IL-6, TNF- , IL-17, GM-CSF, and the anti-inflammatory cytokine IL-10. Furthermore, among the obese, the group with MetS had a greater systemic production of TNF-, IL-5 and IL-17. When compared to the eutrophic group, T cells from obese individuals with or without MetS produced higher levels of IL-1 , IL-6, TNF- , IL-5 and IL-13 and lower concentrations of IFN- and IL-10. Among obese individuals, the occurrence of MetS favors greater production of IL- -6, GM-CSF, IL-5 and IL-17 and lower secretion of IFN- . Plasma levels of IL-6 and Tcell derived IL-6 and IL-17 production in obese individuals without MetS positively correlated with leptin. In the MetS group, a positive and significant correlation was observed between leptin and IL6, IL-5 and IL-17, measured in plasma, and IL-6, GM-CSF, IL-5 and IL-17 produced by cells T. Only in the MetS group, a negative and significant correlation was observed between adiponectin and plasma IL-6, as well as IL-6 and IL-17 synthesized by T cells. Furthermore, plasma levels of IL6, IL-5, IL -17 and GM-CSF were directly correlated with the percentage of MetS-derived CCR3+and CD69+CD62L+ eosinophils. The ability of T cells from the MetS group of producing IL--6, IL-5 and IL-17 also showed a direct correlation with the frequency of CCR3 +, CD69+CD62L- and CD69+CD62L+ eosinophils. Furthermore, in vitro production of GM-CSF in the MetS group positively correlated with the percentage of CD69+CD62L+ eosinophils. Interestingly, circulating LBP levels were higher among MetS subjects, and their levels positively correlated with the frequency of CCR3+ , CD69+CD62L- and CD69+CD62L+ eosinophils. Regarding cytokines, in the obese individuals without MetS, the presence of LBP also directly correlated with circulating levels of IL-6 and, in vitro, release of IL-6 and IL-17. In the MetS group, LBP positively correlated with the in vivo IL- -6 and IL-5 and the in vitro production of IL-6, IL-5 and IL-17. Collectively these data suggest that the development of MetS favors the expansion of activated eosinophils and the production of inflammatory cytokines associated with hypersensitivity reactions mediated by Th2- and Th17-like cells. This phenomenon was observed mainly among individuals with dysregulation in adipokine production and greater intestinal permeability. pt_BR
dc.degree.country Brasil pt_BR
dc.description.sponsordocumentnumber CAPES pt_BR
dc.description.abstractpt Estima-se que quase 1 bilhão de indivíduos sofra de síndrome metabólica (SMet), a grande maioria apresentando obesidade visceral, aumentando assim o risco de distúrbios inflamatórios sistêmicos. Embora a SMet tenha sido associada a uma elevada proporção de monócitos circulantes do tipo M1, poucos relatos associaram SMet a granulócitos e sua relação com outros parâmetros imunológicos e endócrinos de relevância na meta-inflamação. Nesse sentido, nosso objetivo foi investigar a relação entre SMet com a presença de subtipos de granulóctios, produção de citocinas e os níveis circulantes de adipocinas e da proteína de ligação ao lipopolissacarídeo (LBP, do inglês Lipopolysaccharide-Binding Protein). Para tal, amostras de sangue de indivíduos eutróficos e de indivíduos obesos, com ou sem SMet, foram obtidas e usadas para obtenção dos plasmas e células mononucleares e granulócitos. O perfil fenotípico dos granulócitos foi analisado pela citometria de fluxo. A dosagem de adipocinas (leptina e adiponectina) e de LBP foi realizada pelo ensaio ELISA. A dosagem de citocinas plasmáticas e produzidas por células T ativadas foi conduzida por multiplex. Nossos resultados demonstram que indivíduos obesos com SMet apresentaram maior frequência de neutrófilos totais, quando comparado ao grupo eutrófico. Ainda, a frequência de eosinófilos CCR3+e CD69+CD62L+ foi maior no grupo com SMet quando comparado aos outros grupos experimentais. Níveis plasmáticos superiores de leptina e inferiores e adiponectina foram dosados nos obesos sem e, principalmente, com SMet. No grupo com SMet, a frequência de eosinófilos CCR3+, CD69+ totais e CD69+CD62L+ foi diretamente correlacionada com leptina e inversamente correlacionada com adiponectina. Quando comparado ao grupo eutrófico, obesos com ou sem SMet apresentaram elevados níveis circulantes de citocinas inflamatórias, como IL- -6, TNF- -17, GM-CSF e da citocina anti-inflamatória IL-10. Ainda, entre os obesos, o grupo com SMet impactou numa maior produção sistêmica de TNF- -5 e IL-17. Quando comparado ao grupo eutrófico, células T de obesos com ou sem SMet produziram maiores níveis de IL- -6, TNF- -5 e IL-13 e menores concentrações de IFN- -10. Entre os indivíduos obesos, a ocorrência de SMet favorece maior produção de IL- -6, GM-CSF, IL-5 e IL-17 e menor secreção de IFN- . Quanto às adipocinas, níveis de IL-6 circulantes e de IL-6 e IL-17 produzidos pelas células T de indivíduos obesos sem SMet foram positivamente correlacionados leptina. No grupo com SMet, uma correlação positiva e significativa foi observada entre leptina e IL-6, IL-5 e IL-17, dosados nos plasmas, e IL-6, GM-CSF, IL-5 e IL-17 produzidas pelas células T. Apenas no grupo com SMet, uma correlação negativa e significativa foi observada entre adiponectina e a IL-6 plasmática e IL-6 e IL-17 sintetizadas pelas células T. Ainda, níveis plasmáticos de IL-6, IL-5, IL-17 e GM-CSF foram diretamente correlacionamos a percentagem de eosinófilos CCR3+ e CD69+CD62L+ de indivíduos com SMet. A capacidade das células T do grupo com SMet de produzir IL- -6, IL-5 e IL-17 também mostrou uma correlação direta com a frequência de eosinófilos CCR3 + , CD69+CD62L- e CD69+CD62L+. Ainda, produção in vitro de GM-CSF no grupo com SMet correlacionou-se positivamente com a porcentagem de eosinófilos CD69+CD62L+ . De forma interessante, os níveis circulantes de LBP foram maiores entre os obesos com SMet, e uma correlação positiva e significativa foi observada entre a LBP com a frequência de eosinófilos CCR3 + , CD69+CD62L- e CD69+CD62L+. Quanto a citocinas, a presença de LBP também se correlacionou diretamente com os níveis circulantes de IL-6 e, in vitro, de IL-6 e IL-17 no grupo obeso sem SMet. No grupo com SMet, LBP foi positivamente correlacionada com os níveis in vivo de IL- -6 e IL-5 e com a produção in vitro de IL-6, IL-5 e IL-17. Coletivamente esses dados sugerem que o desenvolvimento de SMet impactou principalmente na expansão de eosinófilos ativados e na produção de citocinas inflamatórias associadas às reações de hipersensibilidade medidas por células T semelhantes aos fenótipos Th2 e Th17. Esse fenômeno foi observado principalmente entre os indivíduos com desregulação na produção de adipocina e maior permeabilidade intestinal. pt_BR
dc.subject.pt Síndrome Metabólica pt_BR
dc.subject.pt SMet pt_BR
dc.subject.pt Eosinófilos pt_BR
dc.subject.pt Células T pt_BR
dc.subject.pt Adipocinas pt_BR
dc.subject.pt Citocinas pt_BR
dc.subject.pt LBP pt_BR
dc.subject.decs Síndrome Metabólica pt_BR
dc.subject.decs Eosinófilos pt_BR
dc.subject.decs Linfocitos T pt_BR
dc.subject.decs Adipocinas pt_BR
dc.subject.decs Citocinas pt_BR
dc.subject.decs Proteína de Ligação a Lipopolissacarídeos pt_BR


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