| dc.contributor.advisor | Pereira, Alessandra da Silva | |
| dc.contributor.author | Rocha, Monique Souza da | |
| dc.date.accessioned | 2026-04-15T15:16:39Z | |
| dc.date.available | 2026-04-15T15:16:39Z | |
| dc.date.issued | 2026-02-10 | |
| dc.identifier.citation | ROCHA, Monique Souza da. Gestão da alimentação de estudantes com transtorno do espectro autista no Programa Nacional de Alimentação Escolar: um estudo no Estado do Rio de Janeiro. 2026. 85 f. Dissertação (Mestrado Profissional do Programa de Pós- Graduação em Segurança Alimentar e Nutricional) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/unirio/15031 | |
| dc.description.sponsorship | n/a | pt_BR |
| dc.language.iso | Portuguese | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.title | Gestão da alimentação de estudantes com transtorno do espectro autista no Programa Nacional de Alimentação Escolar: um estudo no Estado do Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co | Franco, Amanda da Silva | |
| dc.contributor.referee | Pereira, Alessandra da Silva | |
| dc.contributor.referee | Franco, Amanda da Silva | |
| dc.contributor.referee | Santos, Agnes Bueno dos | |
| dc.contributor.referee | Mocellin, Michel Carlos | |
| dc.degree.department | CCBS | pt_BR |
| dc.degree.grantor | Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO | pt_BR |
| dc.degree.level | Mestrado Profissional | pt_BR |
| dc.degree.local | Rio de Janeiro, RJ | pt_BR |
| dc.degree.program | Programa de Pós-graduação em Segurança Alimentar e Nutricional | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CIÊNCIAS DA SAÚDE | pt_BR |
| dc.degree.country | Brasil | pt_BR |
| dc.description.sponsordocumentnumber | n/a | pt_BR |
| dc.description.abstractpt | O Transtorno do Espectro Autista (TEA) está cada vez mais relacionado a desafios alimentares, como seletividade alimentar, dificuldades motoras durante a mastigação e ingestão de alimentos, além de comportamentos específicos durante as refeições. Essas características, aliadas a desordens sensoriais, podem criar obstáculos significativos para a aceitação de uma dieta variada, tornando indivíduos com TEA mais propensos a enfrentar distúrbios alimentares em comparação com crianças em desenvolvimento típico. Diante desse cenário, na alimentação escolar surge um desafio relevante, exigindo estratégias adaptadas para garantir a inclusão e o bem-estar desses alunos. O presente estudo teve como objetivo analisar as práticas alimentares de estudantes com TEA no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) em municípios do estado do Rio de Janeiro. Trata-se de um estudo observacional, transversal, descritivo, com abordagem quanti-qualitativa, realizado por meio da aplicação online de um questionário semiaberto a nutricionistas responsáveis técnicos e do quadro técnico do PNAE, entre julho e setembro de 2025. Participaram 47 nutricionistas, com consolidação das respostas por município, totalizando 40 municípios analisados. Os dados quantitativos foram analisados por estatística descritiva e os qualitativos por análise de conteúdo. Os resultados demonstraram que todos os municípios possuem alunos com TEA matriculados, principalmente na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, sendo o diagnóstico informado predominantemente por laudos médicos. A maioria dos nutricionistas relatou dificuldades alimentares entre esses alunos, com destaque para seletividade alimentar, preferência por alimentos ultraprocessados e recusa de frutas, verduras e legumes. As estratégias adotadas incluíram adaptações na textura e apresentação dos alimentos, organização do ambiente das refeições, uso de utensílios específicos e comunicação com as famílias. Contudo, 62,5% dos municípios relataram dificuldades para implementar adaptações no cardápio escolar, atribuídas principalmente à falta de capacitação da equipe, à escassez de informações técnicas e a limitações institucionais. Conclui-se que, embora exista reconhecimento da importância da inclusão alimentar de alunos com TEA no PNAE, existem fragilidades institucionais e formativas, evidenciando a necessidade de capacitação continuada, diretrizes específicas e maior articulação intersetorial para garantir uma alimentação escolar inclusiva e adequada. | pt_BR |
| dc.subject.pt | Transtorno do espectro autista | pt_BR |
| dc.subject.pt | Política pública | pt_BR |
| dc.subject.pt | Alimentação escolar | pt_BR |
| dc.subject.pt | Transtornos da alimentação e da ingestão de alimentos | pt_BR |