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Poetas de pochete: quiném homem, quiném mulher

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dc.contributor.author Miguelote, Carla
dc.date.accessioned 2026-04-27T14:50:06Z
dc.date.available 2026-04-27T14:50:06Z
dc.date.issued 2024
dc.identifier.citation MIGUELOTE, Carla. Poetas de pochete: quiném homem, quiném mulher. Texto Poético, Lavras, v. 20, n. 41, p. 64–85, jan./abr. 2024. pt_BR
dc.identifier.issn 1808-5385
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/unirio/15041
dc.description.sponsorship NA pt_BR
dc.description.sponsorship NA pt_BR
dc.language.iso Portuguese pt_BR
dc.rights openAccess pt_BR
dc.title Poetas de pochete: quiném homem, quiném mulher pt_BR
dc.title.alternative Fanny pack poets: (neither) as a man, (nor) as a woman pt_BR
dc.type article pt_BR
dc.degree.department CLA pt_BR
dc.degree.grantor Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO pt_BR
dc.subject.cnpq Área: Linguística, Letras e Artes. Subárea: Letras. pt_BR
dc.subject.en Contemporary brazilian poetry pt_BR
dc.subject.en Gender pt_BR
dc.subject.en Feminism pt_BR
dc.subject.en Judith Butler pt_BR
dc.description.abstracten This article observes the way in which contemporary Brazilian poets create strategies for subverting gender norms in their writings. Taking as a guide Judith Butler’s reading of Antigone, the heroine of disobedience, we consider these poetic propositions as linguistic acts of political disobedience. We chose as corpus of analysis the latest poetry books by Angélica Freitas – Canções para atormentar (2020) –, Féres – Experiência sobre editar um corpo (2020) –, Maria Isabel Iorio – Dia sim dia não fazer chantagem (2021) – and the penultimate book by Lilian Sais – Motivos para cavar a terra (2022b). pt_BR
dc.creator.affiliation Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro pt_BR
dc.description.abstractpt O presente artigo observa o modo como certa poesia brasileira contemporânea cria estratégias de subversão das normas de gênero. Tomando como norte a leitura que Judith Butler faz de Antígona, a heroína da desobediência, consideramos essas proposições poéticas como atos linguísticos de desobediência política. Escolhemos como corpus de análise os últimos livros de poesia de Angélica Freitas – Canções para atormentar (2020) –, Féres – Experiências sobre editar um corpo (2020) –, Maria Isabel Iorio – Dia sim dia não fazer chantagem (2021) – e o penúltimo livro de Lilian Sais – Motivos para cavar a terra (2022b). pt_BR
dc.subject.pt Poesia brasileira contemporânea pt_BR
dc.subject.pt Gênero pt_BR
dc.subject.pt Feminismo pt_BR
dc.subject.pt Judith Butler pt_BR


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