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Autorretrato como narrativa: memória e subjetividade de Maria Auxiliadora

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dc.contributor.advisor Martins, Ana Amélia Lages
dc.contributor.author Cyrne, Gabriela dos Santos Bittencourt
dc.date.accessioned 2026-10-19T22:07:31Z
dc.date.available 2026-10-19T22:07:31Z
dc.date.issued 2026-08-19
dc.identifier.citation CYRNE, Gabriela dos Santos Bittencourt. Autorretrato como narrativa: memória e subjetividade de Maria Auxiliadora. 2026. 121 f. Dissertação (Mestrado em Memória Social) – Programa de Pós-Graduação em Memória Social. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2026. pt_BR
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/unirio/15465
dc.description.sponsorship n/a pt_BR
dc.language.iso Portuguese pt_BR
dc.rights openAccess pt_BR
dc.title Autorretrato como narrativa: memória e subjetividade de Maria Auxiliadora pt_BR
dc.title.alternative Self-portrait as narrative: memory and subjectivity in Maria Auxiliadora's paintings pt_BR
dc.type masterThesis pt_BR
dc.contributor.referee Martins, Ana Amélia Lages
dc.contributor.referee Oliveira, Samuel Silva Rodrigues de
dc.contributor.referee Viana, Janaína Barros Silva
dc.degree.department CCHS pt_BR
dc.degree.grantor Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO pt_BR
dc.degree.level Mestrado Acadêmico pt_BR
dc.degree.local Rio de Janeiro, RJ pt_BR
dc.degree.program Programa de Pós-Graduação em Memória Social pt_BR
dc.subject.cnpq MULTIDISPLININAR pt_BR
dc.subject.cnpq MEMÓRIA SOCIAL pt_BR
dc.subject.en Maria Auxiliadora da Silva pt_BR
dc.subject.en Self-portrait pt_BR
dc.subject.en Memory pt_BR
dc.subject.en Identity pt_BR
dc.subject.en Afro-brazilian art pt_BR
dc.description.abstracten This research investigates how the Brazilian artist Maria Auxiliadora da Silva (1935 1974) projected her identity and memories through her self-portraits, produced mostly between 1972 and 1974, a period marked by her cancer diagnosis and the imminence of her own death. The study is based on the hypothesis that, both consciously and unconsciously, the artist inscribed in these paintings aspects of her reality, projections of her identity, and traces of her memories. The methodological approach articulates Erwin Panofsky's iconological method, the anachronism of images proposed by Georges Didi-Huberman, and John Berger's socially situated perspective, applied to a corpus of eight self-portraits selected from the catalogue of the exhibition held by the São Paulo Museum of Art. The analyses indicate that these works compose a symbolic narrative in the face of finitude, in which painting operates simultaneously as an elaboration of anticipated grief and as an affirmation of the self as an artist, a dynamic synthesized in the concept of dispositivo-artístico-subversivo, formulated in this dissertation. It is concluded that Maria Auxiliadora's self-portraits constitute a singular and disruptive gesture within the national canon, configuring the canvases as places of memory. pt_BR
dc.degree.country Brasil pt_BR
dc.description.sponsordocumentnumber n/a pt_BR
dc.description.abstractpt A presente pesquisa investiga de que maneira a artista brasileira Maria Auxiliadora da Silva (1935-1974) projetou sua identidade e suas memórias por meio de seus autorretratos, produzidos majoritariamente entre 1972 e 1974, período atravessado pelo diagnóstico de câncer e pela iminência da própria morte. O estudo parte da hipótese de que, de forma consciente e inconsciente, a artista inscreveu nessas pinturas aspectos de sua realidade, projeções de sua identidade e vestígios de suas memórias. O percurso metodológico articula o método iconológico de Erwin Panofsky, o anacronismo das imagens proposto por Georges Didi-Huberman e a abordagem socialmente situada de John Berger, aplicados a um corpus de oito autorretratos selecionados a partir do catálogo da exposição realizada pelo Museu de Arte de São Paulo. As análises indicam que essas obras compõem uma narrativa simbólica diante da finitude, na qual a pintura opera simultaneamente como elaboração do luto antecipado e como afirmação de si enquanto artista, dinâmica sintetizada no conceito de dispositivo-artístico-subversivo, formulado nesta dissertação. Conclui-se que os autorretratos de Maria Auxiliadora constituem um gesto singular e disruptivo dentro do cânone nacional, configurando as telas como lugares de memória. pt_BR
dc.subject.pt Maria Auxiliadora da Silva pt_BR
dc.subject.pt Autorretrato pt_BR
dc.subject.pt Memória pt_BR
dc.subject.pt Identidade pt_BR
dc.subject.pt Arte afro-brasileira pt_BR


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